Desde 2008, quando a crise financeira afetou o setor, as indústrias do Polo têm trabalhado para que os números se restabeleçam. E conseguiram. Os índices foram recuperados e a geração de emprego, principalmente, aumentou.
Em 2011, foram produzidos 63.820 milhões pares, o equivalente a 263.720 por dia. Um crescimento de 4% em relação a 2010. O Polo conseguiu exportar 3,1% dos produtos e também gerou muitos empregos. No ano anterior, foram 21.464 trabalhos direto. Um aumento de 12,24% comparado a 2010.
O presidente do Sinbi, Sérgio Gracia, diz que é muito bom ver que as indústrias continuam produzindo milhares de pares de sapatos e gerando emprego. “Tivemos uma queda significativa nas exportações. Isso se deve à política cambial nacional. Este é um fator determinante para o nosso setor. Porém, esperamos que, em 2012, o câmbio esteja mais valorizado e possamos recuperar o que deixamos de exportar este ano”, afirmou.
EMPREGABILIDADE
Em 2011, foram gerados 21.464 trabalhos diretos, um crescimento de 12,24% em relação ao ano de 2010. Mesmo com as dificuldades encontradas por conta da baixa na exportação, o setor calçadista de Birigui continua a empregar na cidade. No contexto regional, percebe-se que o desempenho das indústrias evidencia o fortalecimento dos “parques industriais” na cidade.
O setor de calçados foi um dos mais atingidos com a crise econômico-financeira mundial. Em setembro de 2008, as indústrias tiveram que demitir grande quantidade de seus funcionários. No entanto, dia após dia, indústrias de Birigui, e de todo o Brasil, vem trabalhando para que os números sejam recuperados.
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